terça-feira, 10 de setembro de 2019

VESTIBULAR DE VERÃO DA UDESC

O playground da Matemática vem através desta publicação divulgar o vestibular de verão da Universidade do Estado de Santa Catarina-UDESC.
A imagem abaixo apresenta o curso de Licenciatura em Matemática, ao qual este projeto está vinculado, mas para consultar informações sobre os demais cursos, editais, datas de provas, inscrições e mais, clique aqui.


terça-feira, 2 de outubro de 2018

Máquina de Somar

Criado por: Agatha Yoshimura, Elisama Damasio e Joyce Finamor.




































A máquina de somar foi inspirada em um material parecido visto no Pinterest, e ela tem como principal objetivo auxiliar as crianças em seus primeiros cálculos. 
Como trabalhamos com crianças de 4 e 5 anos, estamos utilizando apenas números de 0 a 5.



Como Funciona:


1) Os dois rolos colados na parede da caixa simbolizam tubos de condução, e há neles um pequeno pedaço de velcro para se colocar os algarismos a serem somados.


2) Tendo as duas parcelas fixadas nos "tubos", a ideia é que a criança utilize bolinhas de isopor para efetuar o cálculo.

3) Como sabemos, a maioria das crianças têm dificuldade em somar por partes. O comum é que elas comecem a contar desde o início. Por exemplo, 2+3 fica: um, dois, três, quatro, cinco. 5+3 fica: um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito., e assim por diante.

4) Na máquina de somar, a criança deverá jogar a quantidade indicada de bolinhas no primeiro tubo, em seguida deverá jogar as bolinhas de acordo com a quantidade fixada no segundo tubo, sendo que essas bolinhas cairão na caixa logo abaixo do sinal de igualdade.

5) Feito isso, a criança irá contar a quantidade de bolinhas que caíram na caixa e fixará o  resultado final 

       Apesar de ser um material simples, sabemos que por ser algo diferente irá chamar a atenção das crianças. Além disso, essa forma de ensinar a adição é algo mais palpável para crianças dessa faixa etária do que apenas ensinar no papel ou utilizando os dedos por exemplo.

Nosso objetivo com a criação desse material é fugir um pouco das mesmas abordagens de sempre com o material dourado, mas manter a interação da criança com o objeto concreto.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Polinômios

Ludo dos Polinômios


Jogo criado por: Grasieli Vieira, Julia Serra Flores Walsh, Luan Juliano Woichechoscki, Lukas Ákape da Rocha Reis, Maria Eduarda Correa e Vinicius Henrique Piccoli Lopes.
Adaptado por: Elisama Damasio
Conteúdos abordados: Polinômios do primeiro, segundo e terceiro grau.
Número de participantes: No mínimo 3.
REGRAS:


  • Cada jogador, na sua vez deverá lançar o dado numerado (a ordem dos jogadores pode ser sorteada a critério dos jogadores).
  • Na primeira rodada, para sair do início e começar a rodar o tabuleiro, o jogador deverá, na sorte, tentar tirar o número 6.
  • No dado, caso caia o número 6, ele deverá jogar o dado colorido (dado da dificuldade) e a cor que cair será a cor da carta que ele terá de pegar.
  • Em cada carta terá uma questão envolvendo polinômios e para o jogador poder andar, ela deverá acertar a questão proposta.
  • Caso na primeira rodada não caia o número 6, o jogador passa a vez e assim segue o jogo.
  • Vence o jogador que chegar no centro do tabuleiro primeiro.

sábado, 1 de setembro de 2018

JACARÉ COMILÃO


     O Jacaré Comilão se trata de um material criado pelas nossas bolsistas para ensinar a noção de "maior e menor" para as crianças.

     Ele serve tanto para isto, quanto para aprender os números, basta apenas se produzir mais cartas de números de acordo com o desempenho da sua turma. Como trabalhamos com crianças menores de 6 anos, utilizamos apenas os algarismo de 0 a 9.


Funciona assim: Antes de qualquer coisa, é lida uma pequena história para as crianças que fala sobre o tal do Jacaré comilão. Esta história na verdade, é uma maneira de despertar a curiosidade das crianças e também uma forma de acalmá-las para a atividade. 
     O que a história nos conta é que este Jacaré é muito guloso e que vive atrás de algo para comer, e quanto maior for a comida mais ele gosta, logo, o objetivo da atividade é que a criança mostre para o Jacaré qual a comida que vai o deixar mais satisfeito. 
     Nesta brincadeira, a comida preferida do Jacaré são os números, já que estamos ensinando matemática e trabalhando a relação de ordem. 
     Você pode escrever e contar a história da forma que quiser, mas deixe sempre claro que o Jacaré gosta de comer MUUUUUITO!!!


  •      É importante destacar que esta atividade, embora pareça simples, prepara as crianças para algo de grande importância no futuro, pois muitos alunos apresentam dificuldades com a linguagem matemática quando ela é apresentada.

  • O material utilizado nesta atividade faz referência ao símbolo matemático de maior (>) e menor (<), exatamente para que os alunos já tenham esse conhecimento desde o início da vida escolar.


sexta-feira, 15 de junho de 2018

JOGOS COM POLINÔMIOS

.Jogo da memória com Polinômios, Baralho dos Polinômios e Bingo dos Polinômios


Jogos criados por: Grasieli Vieira, Julia Serra Flores Walsh, Luan Juliano Woichechoscki, Lukas Ágape da Rocha Reis, Maria Eduarda Correa e Vinicius Henrique Picolli Lopes.

Adaptados e confeccionados por: Agatha Yoshimura, Elisama Damasio e Joyce Finamor.



Nome do Jogo 1: Jogo da Memória com Polinômios



Número de Participantes: Mínimo 2
Regras: Todas as peças ficam viradas para baixo. Cada jogador deve na sua vez desvirar duas cartas, e caso tirar uma carta de função e a outra com o valor de x que feche a igualdade, marca o ponto e pode jogar novamente. Ganha aquele que obtiver o maior número de pares. 


Nome do jogo 2: Baralho dos Polinômios



Número de participantes: 2 ou 4 
Regras: As cartas devem ser distribuídas igualmente entre os jogadores;
Na parte superior da carta há uma operação entre polinômios que representa uma pergunta e na parte inferior está um polinômio ou um monômio que representa uma resposta de uma outra carta;
Sorteia-se o jogador que irá começar (a critério dos jogadores), e em caso de quatro jogadores, escolhido o primeiro, a ordem continuará no sentido horário;
O primeiro jogador lança uma carta, e o seguinte deve verificar se possui a carta com a resposta para a operação entre os polinômios ou com a operação que possui o resultado da carta lançada;
Os jogadores que não possuírem cartas correspondentes passam a vez;
Ganha aquele que se livrar primeiro de todas as cartas;




Nome do jogo 3: Bingo dos Polinômios


Número de participantes: 5 jogadores e 1 juiz para cantar o bingo e fazer a conferência das cartelas. 
Regras: O juiz lançará o dado e irá falar o número em voz alta como sendo o valor de x. Ex: O juiz lançou o dado e caiu o número 3. Ele diz, “x=3”;
Todos os jogadores deverão conferir suas cartelas e substituir esse valor de x em seus polinômios;
Caso um jogador encontrar a igualdade do polinômio quando fazer a substituição do valor de x, deverá marcar esse polinômio com uma “pedra”;
Caso ninguém encontrar a igualdade, o juiz lança o dado novamente, e assim sucessivamente;
Vence o jogador que preencher uma coluna, uma linha ou uma diagonal primeiro;

quinta-feira, 24 de maio de 2018

ATIVIDADE COM POLIEDROS DE PLATÃO

Conhecendo os Tetraedros e o Octaedro

Atividade desenvolvida por: Elisama Damasio, Letícia Aparecida da Maia e Matheus Vinicius Nunes.



     A presente atividade foi desenvolvida para alunos do ensino fundamental e/ou médio e tem como tema os poliedros de Platão, em específico, o Tetraedro e o Octaedro, mas para que esses polígonos sejam conhecidos entre os alunos da faixa etária para qual a atividade foi desenvolvida , é importante introduzi-los através de outros sólidos já conhecidos, como em nosso caso, com a pirâmide de base quadrada e o cubo.

     Os materiais serão construídos conforme o número de equipes que queremos formar (quatro) para aplicar a atividade, e para isso precisaremos de 4 tetraedros regulares e 16 tetraedros irregulares que podem ser construídos conforme as planificações abaixo:


Tetraedro Irregular
Tetraedro Regular


     Para cada uma das equipes será entregue um conjunto de 5 peças (um tetraedro regular e 4 tetraedros irregulares), além de uma sequência de atividades.



     
     As atividades propostas poderão ser facilmente deduzidas através do uso do material, que é uma forma de apresentar ao aluno uma maneira mais fácil e palpável de aprender o conteúdo, além do mais, a utilização do material concreto como um recurso pode contribuir por meio de um trabalho cooperativo, na elaboração de conceitos e na resolução de problemas (PAIS, 2006).

     Sendo assim, a melhor forma de se trabalhar esta atividade é em pequenos grupos, pois além do trabalho cooperativo entre os alunos, a avaliação individual ficará mais justa, já que todos os membros das equipes poderão ter contato com o material.


Exemplo de atividades



     O primeiro comando que se dará, será o de construir um cubo com os 5 polígonos que cada equipe receberá, e em seguida calcular seu volume. 

    Durante essa etapa da atividade é imprescindível que os alunos consigam calcular o volume do cubo montado, pois todo o restante da atividade dependerá desse resultado, daí a importância de já se haver comentado sobre o cálculo de volume de determinados polígonos em um momento anterior a esta aula.



     A segunda atividade, assim como a primeira é bastante intuitiva e pode ser facilmente realizada com o uso do material concreto, diferente do que aconteceria se apenas fizéssemos a pergunta para os alunos sem apresentar o material ou um desenho. Sabemos que isso exigiria deles uma capacidade de criar imagens mentais, porém, segundo Pais (1996, p. 65) “a formação de imagens mentais é uma consequência quase que exclusiva do trabalho com desenhos e objetos”. 

     Dessa forma , tendo os materiais em mãos os alunos conseguirão fazer exatamente o que se pede na atividade (montar uma pirâmide de base quadrada) sem muito esforço.



     As demais atividades também se referem ao cálculo de volumes a partir dos dados obtidos pelos alunos nas questões anteriores (1 e 2), e ainda traz duas questões que remetem aos elementos que compõe os polígonos, o que também seria introduzido aos alunos em momentos anteriores. 

    Com isso, ao final da atividade as equipes terão a confirmação de que é possível se formar um cubo a partir de quatro tetraedros, que duas pirâmides de base quadrada formam um octaedro, e também colocarão em prática seus conhecimentos no que diz respeito ao cálculo de volumes de polígonos e a classificação dos elementos que os compõe.



Referências

MÃO NA FORMA: Os sólidos de Platão. Produção: TV Escola. São Paulo, 2000. 1 vídeo (00:09:52 min). Disponível em: <https://tvescola.org.br/tve/video/mao-na-forma-os-solidos-de-platao>. Acesso em: 23 mai. 2018.

PAIS, Luiz Carlos. Ensinar e Aprender Matemática. São Paulo: Autêntica, 1º. Ed. 2006.

PAIS, Luiz Carlos. Intuição, experiência e teoria geométrica. ZETETIKÉ, v. 4, n. 6, p. 65, jul./dez., 1996.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

JOGO 1: CRACHÁ NUMÉRICO

Aprendendo a contar de uma forma divertida

Jogo desenvolvido por: Joyce Elisama Finamor





A ideia deste jogo foi desenvolvida por uma de nossas bolsistas, que buscava através de uma brincadeira divertida ensinar aos seus alunos a contar até um determinado número. Por lidarmos com crianças da faixa etária de 3 a 6 anos, sabemos que a maioria não consegue organizar uma sequência numérica, não sabe contar até 10 ou até mesmo dizer quantos anos têm. Por motivos como este, consideramos importante trabalhar os números com as crianças, e será que existe melhor forma que aprender brincando?

O jogo é aplicado em sala de aula da seguinte forma:
  • São divididas duas equipes e todos os alunos recebem um crachá que contém um número.
  • Organizam-se as cadeiras uma ao lado da outra conforme o número de membros de cada equipe.
  • A bolsista (professor/professora) fica responsável por manipular um aparelho de som, assim como na típica dança da cadeira. Enquanto a música estiver tocando todos os alunos devem ficar caminhando pela sala, e assim que a música parar, cada equipe deverá sentar nas cadeiras na ordem correta dos números impressos em seus crachás. 
Para que a brincadeira fique justa é importante que ambas as equipes recebam o desafio de montar a mesma sequência numérica, ou seja, ao trabalhar com duas equipes de 10 crianças cada, teremos duas crianças com o número 1, duas crianças com o número 2, e assim por diante.

Ainda há a possibilidade de se trabalhar sem a competição que é uma forma mais adequada. Nessa outra forma de brincar, a sequência também será determinada pela quantidade de alunos, porém, eles não serão divididos em equipes e terão o desafio de organizar uma sequência maior com o auxílio uns dos outros.



Apresentação